Uma alternativa ao Telegram — com gostinho de Orkut

O que faz alguém trocar o conforto do WhatsApp por outro aplicativo de mensagens? Na maioria das vezes, sinceramente, não faz sentido. Se você só precisa do básico — enviar textos e áudios, fazer chamadas, participar de grupos, usar emojis e figurinhas — o WhatsApp provavelmente já resolve tudo. E há um detalhe importante: no Brasil, nenhum outro app chega perto de sua onipresença. Quase todo brasileiro com acesso à internet já está lá. O problema é que, para muita gente, falta aquele “molho”.

E é justamente esse “paranauê” que tornou o Telegram tão atraente. À primeira vista, ele parece apenas um “WhatsApp azul”. Mas basta usar por algum tempo para perceber que a proposta é outra. Se o WhatsApp pode parecer mais bruto e funcional, o Telegram transmite a sensação oposta: uma interface elegante, sofisticada e cuidadosamente planejada. Quase cada botão esconde funções pensadas nos mínimos detalhes. Além disso, ele oferece recursos que frequentemente superam os do WhatsApp: armazenamento em nuvem, bots poderosos, canais e grupos com ferramentas avançadas de moderação, além de milhões de stickers e emojis — muitos deles animados e desenhados com extremo capricho.

Mas toda essa liberdade também trouxe um custo. O Telegram virou terreno fértil para spambots, golpes e mensagens indesejadas. Embora existam ótimas ferramentas para lidar com isso — ajustes finos de permissões, cobrança de pequenas taxas com estrelas e bots excelentes como a Rose — moderadores ainda precisam fazer verdadeiros malabarismos para manter os grupos  organizados.

É aí que entra o Gem Space. Ainda pequeno em comparação aos gigantes do setor, o aplicativo parece confortável com seu nicho e segue recebendo atualizações frequentes e novos recursos. Ele reúne praticamente tudo que se espera de um mensageiro moderno: envio de textos, áudios, vídeos, arquivos, reações, stickers e emojis. Mas tenta ir além disso ao combinar elementos de mensageiro e rede social em uma mesma plataforma.

Os canais lembram bastante os do Telegram, e trazem comentários nativos nas publicações, algo configurável pelos administradores. Já as Comunidades e Spaces criam uma experiência mais horizontal, permitindo que usuários publiquem, comentem, curtam e discutam conteúdos de forma mais aberta — algo que acaba remetendo, em certo sentido, ao espírito do Orkut. Talvez seja justamente daí que venha essa sensação curiosa de “Telegram com gostinho de Orkut”.

Outro diferencial interessante é a presença de bots próprios. Ainda não existe um ecossistema gigantesco como o do Telegram, mas alguns bots já são realmente úteis. O GemAIBot, por exemplo, responde dúvidas sobre a própria plataforma com informações que muitas vezes IAs externas nem possuem atualizadas. Há também o ContentBot, voltado para auxiliar administradores na criação de conteúdo para grupos e canais. E, diferentemente do Telegram — famoso por um suporte distante e difícil de alcançar — a equipe do Gem Space parece bem mais acessível.

A plataforma também possui tradução nativa de publicações, disponível para todos os usuários. Para quem gosta de explorar canais internacionais, isso ajuda bastante. Uma dica útil: no catálogo de grupos e canais, clique no globo 🌐 no topo da tela para selecionar os idiomas dos conteúdos que deseja visualizar. Essa escolha também influencia as Sugestões e Tendências exibidas na página principal.

Gem Space é para você? Provavelmente não, ao menos por enquanto. Na maior parte dos casos, eu ainda recomendaria WhatsApp, Telegram ou outro mensageiro mais consolidado. Mas, para os curiosos que gostam de testar plataformas novas, explorar comunidades diferentes e experimentar ideias fora do mainstream, o Gem Space pode ser uma experiência surpreendentemente interessante.


Clique aqui se quiser experimentar.

E veja também: Redes sociais alternativas (e o subgrupo de redes com feed cronológico).

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Como divulgar seu canal ou grupo do Telegram

Você criou um canal ou grupo, mas, até agora, só participam dele — talvez por solidariedade — um amigo ou a namorada. E agora?

Especialmente quando a comunidade é privada ou voltada para um nicho muito específico, é provável que ela não seja encontrada facilmente por outras pessoas. Por isso, uma boa estratégia para dar o impulso inicial é aumentar sua visibilidade em diretórios e catálogos disponíveis na web, voltados à divulgação de grupos e canais do Telegram.

A seguir, veja uma lista com alguns dos diretórios mais conhecidos e acessados, onde você poderá cadastrar gratuitamente sua comunidade e aumentar as chances de atrair novos membros interessados no tema. Vale destacar que, com exceção do primeiro item da lista (Gramuguel e similares), que reúne serviços automatizados baseados em robôs que vasculham a internet em busca de grupos e canais, os demais funcionam por inclusão manual — ou seja, você mesmo poderá enviar seu canal ou grupo para avaliação e publicação.

Lista de diretórios e buscadores 


Ver também:

▫️Quanto se ganha com um canal do Telegram? 

▫️Como anunciar no Telegram


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Quanto se ganha com um canal do Telegram?

Assim como o Google espalha anúncios pelo YouTube e por uma infinidade de sites por meio do Ads, o Telegram também incorpora publicidade — e divide 50% dessa receita com os donos de canais que tenham ao menos mil inscritos.

Hoje, com a TON valendo aproximadamente R$ 6,68, o ganho mínimo estimado por 1.000 exibições é de cerca de US$ 0,0674 (R$ 0,33) para anúncios de texto e US$ 0,12132 (por volta de R$ 0,60) para anúncios com elementos visuais (imagens, GIFs, vídeos, emojis animados). Teoricamente, maiores serão os ganhos quanto maior for o valor da TON.


Os resultados podem variar muito entre canais: mesmo com 5.000 inscritos, dois canais podem ter desempenhos financeiros bastante distintos. A principal métrica que você deve ter em mente é o número de visualizações. Mas não é tão simples assim: O Telegram pode limitar o número de impressões por usuário, há mais ou menos anunciantes por nicho, idioma do canal etc. Para entender melhor, vale olhar alguns dados e exemplos reais:


5000 inscritos 
Em um canal com 5 mil inscritos e cerca de 650 visualizações por post, os valores diários que sobram para o adm tendem a ser modestos: muitas vezes ficam em torno de US$ 0,02 (R$ 0,10), podendo inclusive ser zero em diversos momentos. Picos mais altos são raros e, ao longo de semanas, chegam a cerca de US$ 0,13 (R$ 0,64).



90K inscritos 
Em um canal com 90 mil inscritos e cerca de 25 mil visualizações por post, os valores diários tendem a ficar por volta de US$ 0,06 (R$ 0,30). Picos de US$ 0,20 (R$ 1,00) não são incomuns, enquanto máximos mais altos — em torno de US$ 0,54 (R$ 2,68) — aparecem de forma mais rara ao longo de semanas.





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Rede social Spill


A rede social Spill foi criada por ex-funcionários do Twitter e se destaca por sua interface que combina elementos de Twitter e Tumblr. O aplicativo se define como uma plataforma de conversação visual, focando na diversidade e inclusão. 
O nome Spill vem da expressão da cultura negra queer spill the tea, que significa contar os detalhes, a verdade ou colocar alguém a par de algo importante — uma ideia que os fundadores, Alphonzo Terrell e Devaris Brown, quiseram incorporar desde o início. A plataforma nasceu como resposta ao clima tóxico que se intensificou no Twitter após a compra por Elon Musk, quando Terrell foi demitido e decidiu, na mesma noite, criar um espaço seguro para comunidades negras, queer e outras marginalizadas.
Desde o lançamento em 2023, muitos passaram a chamar o Spill de um "novo Black Twitter", embora os fundadores enfatizem que a intenção é ir além: construir um ambiente que, desde a raiz, centralize essas comunidades, em vez de exigir que elas se reivindiquem em plataformas alheias.
Em 2026, o Spill lançou o estudo What's the Tea? , analisando milhões de conversas e confirmando que 30% dos usuários descrevem a plataforma como um espaço seguro. No entanto, as opiniões se dividem: enquanto alguns elogiam a proposta cultural e a estética vibrante, outros criticam a interface confusa e atualizações frequentes que dificultam a navegação. Ainda assim, o Spill segue como uma aposta singular no cenário das redes sociais, questionando se é possível crescer sem perder a essência comunitária que a originou.
O Spill viu seu crescimento disparar nos últimos anos: entre o terceiro e o quarto trimestre de 2024, as inscrições saltaram 282%, e janeiro de 2025 registrou o maior número de novos usuários desde o lançamento. Em novembro do ano anterior, a plataforma chegou a multiplicar por dez as adesões em uma única semana, impulsionada pela fuga de usuários do X. Apesar desse boom, a rede ainda é praticamente inexistente entre os brasileiros, que permanecem concentrados em apps como Instagram, TikTok e WhatsApp, sem qualquer tração significativa do Spill por lá.


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Redes sociais com feed cronológico

Telegram
Formatos: Links, textos, imagens, vídeos, enquetes, arquivos e áudios.
Na real: Pouco lembrado como rede social, possui recursos poderosíssimos que permitem canais de distribuição gigantes e organizados, sobre quaisquer assuntos que você imaginar.

Ecency
Formatos: Posts longos com formatação, links, imagens, vídeos, enquetes, além de publicações rápidas estilo Twitter na seção específica "Ondas" 
Na real: Lançada em 2016, a Ecency é uma veterana que resistiu ao tempo sem entregar seu feed inteiramente ao algoritmo. Ao entrar, você vê o "Trending", mas pode trocar a qualquer momento para o feed "Novo" — cronológico, na ordem real de publicação. Além disso, explora comunidades temáticas e usa o "Waves", o espaço da rede para textos curtos e atualizações instantâneas, tipo Twitter/X.

V Social ⚠️ Aparentemente descontinuada. 
Formatos: Links, textos de até 1500 caracteres, imagens e vídeos (permite também longos, mas dá mais destaque aos curtos).
Na real: Recém-lançada, com domínio de publicações em inglês. Recurso planejado (ainda não implementado) de Comunidades poderá ser útil para organizar o espaço.

Upscrolled
Formatos: Links, textos de até 4500 caracteres, imagens e vídeos. 
Na real: Atualmente grande parte das postagens são do nicho geopolítica. 

Gem Space
Formatos: Links, textos, imagens, vídeos. 
Na real: Assim como o Telegram, possui funcionalidades de mensageiro e rede social. Os maiores canais em português possuem apenas algumas centenas de inscritos. 

DeSocial World
FormatosLinks, textos de até 5000 caracteres, imagens, vídeos e enquetes. 
Na real: Além de filtros de feed para tendências e recentes, permite exibir apenas as publicações em português — mas é muito pouco usada por brasileiros e demasiado nichada em cripto.

Clique aqui para mais redes sociais alternativas.

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🔌 O futuro é elétrico. E mais eletrizante do que você Imagina! 🆕 Canais no Telegram e WhatsApp

Já parou para pensar como será o asfalto daqui a 10 anos? O ronco dos motores está dando lugar a um sussurro tecnológico. O cheiro de gasolina está sendo substituído pela promessa de um ar mais limpo. E o volante? Bem, pode até ser que ele nem exista mais. Esta não é uma cena de ficção científica; é a revolução silenciosa da eletromobilidade, e ela já está batendo à sua porta – ou melhor, passando pela sua rua.

De carros que aceleram de 0 a 100 km/h em um piscar de olhos a patinetes que transformam seu trajeto até o café em uma aventura urbana. De ônibus que cortam o cinza da cidade com um novo conceito de transporte público a bicicletas que tornam qualquer subida uma tarefa simples. O mundo sobre rodas está passando por uma transformação radical, e é fácil se perder em meio a tanta inovação.

Queremos percorrer junto com você os caminhos sinuosos e as retas largas desse novo mundo. 

Novos canais:

Clique aqui para embarcar no canal Elétricos Eletrizados Eletrizantes no Telegram!

Prefere acompanhar os posts no WhatsApp? Junte-se à nossa comunidade aqui!

O futuro da mobilidade é inteligente, sustentável e, acima de tudo, eletrizante. Vamos explorá-lo juntos?


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Livros, redes sociais alternativas e amigos artificiais

Então, você quer expandir seus horizontes (ou pelo menos fingir que é uma pessoa profunda e interessante para seus amigos imaginários). Excelente! Chegou ao lugar certo.

Você tem diante de si um caminho tríplice, uma encruzilhada digital que define que tipo de escapismo você prefere hoje:

1. Dicas de Livros (Para Humanos Arcaicos): Para quem ainda acredita que a melhor inteligência foi inventada há séculos e pode ser impressa num papel. A realidade virtual aqui é 100% gerada pelo seu próprio cérebro. Baterias não incluídas (a menos que você use um Kindle).
2. Redes Sociais Alternativas (Onde as Pessoas são... Pessoas): Plataformas para quem cansou do algoritmo que te transforma em um produto zangado e anseia por conversas reais (ou pelo menos por gritar com estranhos em ambientes mais nichados e com menos publicidade).
3. Redes Sociais de IA (O Paraíso dos Bots): Onde seus amigos são algoritmos, os posts são gerados sob demanda e o drama é 100% fictício. Perfeito para quem deseja a experiência das redes sociais, mas sem o incômodo de ter que interagir com... humanos. A solidão nunca foi tão conversativa.

Escolha sabiamente. Ou não. No final, ninguém está realmente julgando... exceto, talvez, aquele bot poético que você acabou de seguir.

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Redes sociais com amigos artificiais

Eis que despertamos em um novo amanhecer digital, onde os algoritmos, não mais contentes em apenas nos observar, decidem vestir a pele dos nossos amigos. A notícia de redes sociais povoadas por contatos artificiais soa menos como um filme de ficção científica e mais como um capítulo peculiar do nosso presente. Já não basta a curadoria de nossos gostos e ódios; agora, a própria interação humana, esse fenômeno orgânico e imprevisível, torna-se um produto fabricável. Que alívio, não? Um amigo que nunca se cansa, que sempre concorda com nosso humor e cujas respostas são sempre otimizadas para o nosso prazer. Um êxodo da chatice da alteridade real.

A saga da mimese tecnológica atinge seu ápice com os anúncios rivais de Zuckerberg e da OpenAI: a criação de "TikToks" inteiramente gerados por inteligência artificial. Vibes, o batismo de mais essa criatura, é um nome que ironicamente busca capturar uma qualidade tão humana quanto o são os fótons em uma tela. A promessa é sedutora: um feed infinito de vídeos perfeitos, coreografias impecáveis, piadas afinadas pelo big data e rostos que nunca suam. É o entretenimento supremo, liberto das amarras da genialidade acidental, do talento bruto ou, simplesmente, da graça do amadorismo. Uma coreografia eterna e silenciosa para uma plateia de um só.

Há uma ironia deliciosamente perversa nesse movimento. Enquanto nos esforçamos para ser mais "autênticos" online — um conceito já tão desgastado —, as plataformas investem seus bilhões para substituir justamente a fonte dessa autenticidade: o humano, em toda a sua glória e desastre. Estamos, parece, num grande experimento social onde a solidão é combatida com ecos, o tédio com simulações e a criatividade com sua paródia industrial. É o Admirável Mundo Novo da timeline: uma sociedade de espetáculo onde os atores são fantasmas e o roteiro é escrito por uma inteligência que compreende tudo sobre engajamento, e nada sobre um café compartilhado em um dia comum.

O humor desta situação reside no seu desfecho previsível. Criaremos, é claro, comunidades online para lamentar a artificialidade dessas novas redes. Discutiremos, com grande profundidade e usando fóruns, a perda da conexão genuína. Tudo isso enquanto nossos avatares digitais, ou nossos bots pessoais, talvez publiquem automaticamente sobre o assunto em outra plataforma. O ciclo se fecha com uma elegância quase poética. O futuro que nos foi prometido tinha robôs faxineiros; o que recebemos foi a versão animada do nosso vizinho, disponível 24 horas por dia para um dueto virtual. Resta saber se, ao final desse banquete de espelhos, ainda nos lembraremos do sabor da coisa real.

😑 Cansou de redes sociais?
Fique só no Telegram com está seleção de grupos e canais.

📳 Cansou de feeds?
Aqui encontrará sugestões de títulos de livros que te incentivarão a dar um tempo do mundo online.

Para saber mais:

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App qaul permite enviar mensagens sem internet

Disponível para Android, iOS, Linux, Windows e MacOS, o app em malha ("mesh") possibilita a comunicação off-grid

Em nossos testes realizados na plataforma Android, conseguimos enviar mensagens com sucesso no modo offline. No entanto, a conectividade sem internet se mostrou instável e um tanto imprevisível, variando conforme a versão do sistema operacional e as especificações técnicas do smartphone ou computador utilizado.

O aplicativo permanece em fase de avaliação (está como "acesso antecipado" na Play Store, por isso não aparece em buscas diretas pelo nome "qaul" — é necessário acessar via link direto) e tem se mostrado bastante promissor.

Como funciona o envio de mensagens sem internet?

O qaul utiliza uma combinação de tecnologias de rede mesh e conexões ponto a ponto (P2P), como Bluetooth e Wi-Fi Direct, para criar redes locais entre dispositivos próximos. Dessa forma, mesmo sem acesso à internet, os aparelhos podem se comunicar diretamente, formando uma rede comunitária descentralizada.

Dica: Com as configurações padrão, já é possível usar o qaul offline. Para ampliar o alcance da rede quando houver internet disponível, você pode ativar a opção "Community Node" nas configurações. Esse recurso permite que seu dispositivo atue como um nó de retransmissão, ajudando a conectar mais usuários e expandir a cobertura da rede.

Ver também: Bitchat | Briar | Outros


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Rádios online sem publicidade (ou quase)

📻 Alguém mais ainda ouve rádios, mesmo que sejam digitais?

Por um bom tempo eu só ouvi rádios como Alpha e Antena 1, pela menor quantidade de publicidade. Mas recentemente descobri outras com pouca ou nenhuma propaganda. Você pode enviar para dispositivos como Alexa ou TVs inteligentes (os links abaixo são do TuneIn, mas você também as encontra em outros apps, como Simple Radio ou RadiosNet).

⚠️ Observe que, embora as rádios selecionadas tenham menos publicidade, os apps usados para acessá-las costumam ter anúncios em suas versões gratuitas; por enquanto não temos como fugir disso!

▫️Hitzone
▫️Prime
▫️ON Top 40

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